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Edição No.
22 (Agosto de 2005) - Ano IX |
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INTRODUÇÃO AO
ESTUDO DAS MATRIZES ARCAICAS
Histórico do Encontro das Matrizes
Resolvemos introduzir uma alteração nos
acontecimentos como a que segue: Se Se a neurose obsessiva tem origem oral, sendo ela uma “neurose anal”, procurar a raiz das demais neuroses na fase oral foi a idéia que nos ocorreu (Freud, 1913).
A importância do período oral está em Freud, quando considera que a normalidade da vida sexual do adulto é uma conseqüência do que ocorreu durante o período de amamentação (Freud, 1905); quando aborda o tema luto e melancolia e mostra o aspecto regressivo dos quadros depressivos à fase oral canibalística (Freud, l916) e na ocasião em que trata do tema narcisismo (Freud, 1914), levando-se em conta que o narcisismo primário está no período oral, e mostra sua importância na formação de diversos quadros psicopatológicos. A valorização do período oral está em Abranham (l924), quando estuda a formação do caráter no período oral e até usa a expressão tipos arcaicos de formação do caráter; em Spitz (l970), na ocasião em que aborda os aspectos do primeiro ano de vida da criança. Não poderíamos deixar de falar de Katarina Kempler que em suas palestras sempre valorizou de maneira enfática a vivência do arcaico no contexto psicanalítico e em M. Klein (1964,) que valorizou tanto o período oral que acabou por concentrar toda a psicanálise neste espaço de tempo (Baranger, 1971).
A matriz arcaica contém o gérmen da sintomatologia, ou seja, os elementos que vão gerar ou explicar, de modo lógico e racional, as manifestações sintomatológicas de uma patologia qualquer, desde que sua origem seja de base psicogenética. Ela começa a se formar já desde os primeiros dias do nascimento e sua estrutura definitiva vai depender da soma de fatores que o lactente vai recebendo durante sua evolução e, ali pêlos 8, 9, 10 meses, a matriz de todas as patologias já está completamente formada. Podemos afirmar que esta logicidade e racionalidade, mencionadas acima, foram possíveis graças ao importante papel de auxílio que estes três elementos, amor, ódio e medo, descendentes de Eros, Tânatos e Hórus, respectivamente, tiveram em conjunto, na estruturação das Matrizes Arcaicas (Guimarães, 2004a). Existe uma correspondência biunívoca entre os elementos componentes da matriz arcaica e os sintomas da entidade nosológica correlata. A gênese dos sintomas de uma patologia qualquer se encontra na matriz arcaica. Em outra oportunidade, falamos que a matriz arcaica precede a formação dos sintomas. Fatores Formadores da Matriz Arcaica No Roteiro Freudiano falamos sobre a formação
dos sintomas. O leitor deve ter percebido que sobre o tema não
cabe uma conclusão unitária. É como se cada patologia
tivesse uma maneira própria de formar seus sintomas. É claro
que pode haver e há pontos comuns, mas o que é válido
para a histeria não é totalmente válido para a neurose
obsessiva. Vamos apresentar resumidamente os fatores formadores das matrizes arcaicas: Um dos fatores mais importantes, o instintivo, está presente em todas as matrizes. No artigo III já falamos no aspecto quantitativo e qualitativo. Agora vamos somente dizer que as estruturações dos aspectos afetivos em sete grupos servem para mostrar que as relações afetivas com os objetos são variadas e não estão presas somente ao aspecto amoroso. A não aceitação ou recusa do objeto corre, também, por conta das emoções de medo ou de ódio. O medo provoca a fuga e é o principal fator que impede a progressão, provocando na criança, pontos de fixação. Fixação - A fixação, que é possível
acontecer em períodos diversos, pode ser referida em termos de
desenvolvimento da libido ou em termos de relações de objetos,
tem papel importantíssimo na estruturação das matrizes
arcaicas. Relações objetais - As relações objetais, tanto no que diz respeito à evolução normal quanto no que se refere às alterações patológicas, constituem outro fator importante na estruturação das matrizes arcaicas. Determinadas formas de relações de objeto são específicas de certas patologias, mas não estão expressas na estrutura da matriz arcaica, uma vez que já são conseqüências dela. Como as relações de objeto implicam em evolução, podemos ter fixações, regressões e desvios. Parece-nos que a grande causa da regressão, da fixação e ou da não progressão, é um inadequado relacionamento objetal. O objeto pode ser amado, odiado ou temido, dependendo das circunstâncias afetivas. Em que pese o ódio ter importância, o medo é a emoção que mais perturba uma adequada relação de objeto. A maioria das patologias sexuais graves, incluída no grupo das psicopatologias da vida sexual, apresenta alterações mais significativas no que se refere às relações objetais, juntamente com as fixações e identificações.
2 - A dúvida primitiva como geradora da impossibilidade de uma determinação afetiva clara, se de ódio ou amor, em relação a um objeto. 3 - A mescla ou amálgama dos instintos ou afetos. 4 - O desenlace, que tanto pode ser feliz ou infeliz, na matriz patológica está sempre dando um tom infeliz, seguido a um período que foi considerado muito bom. 5 - O fator internalização ou exteriorização
do componente emocional em função do objeto. De posse desses fatores assinalados estamos em condições de estabelecer o que vamos chamar de matriz psicopatológica arcaica. Esta matriz seria feita mediante a associação de elementos principais que iriam configurar a forma embrionária de uma patologia qualquer. A título de exemplo vamos tomar a neurose obsessiva: A matriz arcaica da neurose obsessiva seria a dúvida primitiva associada ao conjunto emocional predominante, amor e ódio. Outro exemplo de matriz arcaica que poderíamos fornecer seria a da histeria, cuja matriz é constituída pelo predomínio do amor sobre o medo, no que se refere ao aspecto emocional, associado ainda à fixação libidinosa predominantemente corporal, no período pré-objetal. No caso das matrizes é de fundamental importância a referência específica e não genérica. Por esta razão, no exemplo que demos na matriz da histeria, fomos bem explícitos: fixação da libido no período pré-objetal, em que o objeto é o próprio corpo já que o Eu é bastante rudimentar; predominância do amor sobre o medo. Exemplo de formulações genéricas: A sintomatologia histérica está ligada ao somático. Os sintomas da neurose obsessiva estão ligados ao psíquico e os da fobia ou histeria ansiosa estão associados ao aspecto afetivo.
A maioria dos fatores que já apontamos podem ocorrer ao indivíduo sem que ele tenha participação alguma. Essas ocorrências ou acontecimentos têm caráter puramente acidental e esta acidentalidade é que vai gerar e formar a matriz arcaica. Os fatores já enumerados podem ser associados, mesmo ao acaso. Pode-se fazer uma seleção a título de teste, tomando três ou quatro desses fatores aleatoriamente e ver que eles estruturam uma matriz conhecida ou desconhecida, porém com possibilidade de ser geradora de uma patologia qualquer. O problema da eleição da neurose é no fundo um problema acidental. Do mesmo modo que a matriz arcaica é formada de maneira acidental, a neurose, que é formada em cima ou a partir da matriz arcaica, também o é. A matriz arcaica apesar de imprimir um caráter de logicidade às patologias que gera, acaba por se formar a partir de fatores aleatórios. A criança não tem uma postura ativa frente aos acontecimentos ou fatores geradores da matriz arcaica. Aqui está uma diferença entre nosso modo de ver as coisas e como M Klein as vê. A criança de M. Klein é extremamente atuante. Acreditamos ter fornecido sucintamente os elementos
que atuam no processo de formação das matrizes arcaicas.
Vamos apresentar, a seguir, as matrizes das patologias mais estudadas
pela psicanálise. Discussão A - Diferenças entre as Matrizes Arcaicas Como se trata de um tema que pode gerar alguma dúvida, acreditamos ser útil estabelecer diferenças entre as matrizes arcaicas de algumas patologias que apresentam maior semelhança em sua composição. 1 - Diferença entre matrizes de uma pessoa normal
e um masoquista. 2 - Diferença entre a Neurose Obsessiva e o Sadismo. 3 - Diferença entre a Matriz Arcaica da Neurose Obsessiva com a da "PMD". Em ambas patologias temos a predominância do amor e do ódio. Na neurose obsessiva existe a dúvida primitiva que estabelece a diferença. Cabe-nos ainda acrescentar que na "PMD" existe o problema do desenlace infeliz, tornando mais clara a diferença. 4 - A diferença entre a fobia e a histeria se estabelece com base no fator predominância. Na histeria há clara predominância do amor sobre o medo ao passo que na fobia há nítida predominância do medo sobre o amor. Insistir em que na histeria há fixação da libido no período pré-objetal ou fixação narcisística da libido, pode fortalecer a diferença entre as patologias em pauta. 5 - Diferença entre doenças psicossomáticas
e fobias. 6 - Diferença entre a Matriz Arcaica de uma pessoa
normal e de um esquizóide. 7 - Diferença entre as Matrizes Arcaica do Sadismo
e da PMD. 8-Diferença entre a Matriz Arcaica do Masoquismo
e da Doença Psicossomática.
A Matriz Arcaica da esquizoidia é muito semelhante à matriz
da esquizofrenia. Difere somente pelo grau de dissociação
do Eu. Os valores no plano puramente emocional devem variar, porém é difícil
expressar este tipo de quantificação. Com base no que foi dito acima caberia a seguinte pergunta: Se existe a matriz arcaica da mania, conforme a fornecida anteriormente, como seria a matriz da hipomania? Como o leitor pode concluir, as matrizes arcaicas das duas patologias são praticamente iguais e o que varia nelas é o fator quantitativo. Dentro do mesmo tema, isto é, a importância do fator quantitativo, tivemos a oportunidade de mostrar que a diferença entre o sadismo socialmente tolerável e o serial killer é o predomínio absoluto do ódio sobre o amor, neste último.
Aparentemente este assunto está sendo tratado de maneira muito simplificada. Cabe-nos acrescentar que a matriz arcaica da homossexualidade pode ser acrescida de qualquer das matrizes arcaicas já apresentadas e referentes a outras patologias. Quero dizer com isto que uma pessoa homossexual pode ser histérica, obsessiva, esquizóide, masoquista, etc., ou simplesmente não apresentar nenhuma outra alteração da personalidade que não a homossexual. Parece-nos que apresentamos os grupos mais semelhantes ou passíveis de estabelecer alguma dúvida sobre suas matrizes arcaicas. Os demais grupos que poderiam ser formados são muito diferentes em termos de matrizes e não precisam ser citados. B - O Papel Interativo das Emoções na Formação das Matrizes Arcaicas. Quando apontamos que em uma patologia predomina o ódio e o amor poderia surgir a seguinte pergunta: E qual é a situação do medo? Tudo vai depender é da importância desta emoção no contexto da patologia em foco. Na PMD falamos em amor e ódio, mas não tocamos na emoção de medo. Ele é de pequena importância no contexto da PMD. Já no sadismo falamos em predomínio de amor e ódio e às vezes explicitamos a ausência do medo. A ausência do medo no sadismo é importante e sua presença no masoquismo é fundamental, pois é o medo que confere ao masoquismo a passividade inerente a esta patologia. Usamos o termos medo ao invés de angústia
pela seguinte razão: considerando a C - A Importância do Fator Quantitativo
Na hipótese de o medo ter se fixado no período que vai de zero a 2,5 meses, isto é, no período pré-objetal, e com intensidade suficiente, o caso poderia evoluir para um quadro de doença do pânico. O medo, instalado ou surgido com intensidade aumentada, ali pelos 2,5 a três meses, vai provocar fixação no período pre-objetal das emoções restantes, ou seja, amor e ódio, com suas respectivas associações. Se as duas emoções estiverem juntas e com a característica de amálgama, teremos a matriz arcaica do masoquismo erógeno.Se, ao contrário, as duas emoções estiverem separadas, teremos duas situações diferentes. Se o ódio ficar fixado, e com predominância do mesmo sobre as demais emoções, teremos uma variedade da matriz da doença psicossomática e que é uma situação equivalente à permanência do masoquismo primário. É bom lembrar que a simples permanência do masoquismo primário (ódio fixado no período pré-objetal) não configura o masoquismo erógeno, porque este depende do amálgama entre o amor e o ódio. Continuando o tema, se for a emoção de amor que permanecer fixada e com predominância dela sobre as demais, fica configurada a matriz histérica. Neste momento, caberia a seguinte pergunta: Porque na histeria só a libido fica fixada e o ódio não? A resposta inicial é que na histeria há clara predominância da libido (amor) sobre o ódio e o medo. A segunda resposta é que, não havendo a característica de amálgama, o ódio não precisa obrigatoriamente ficar fixado no período pré-objetal. Ele pode ter livre curso e se dirigir aos objetos externos. Tudo vai depender é da intensidade do medo. A título de mera especulação, poderíamos considerar uma nova situação: O medo também poderia ficar fixado no período pré-objetal, juntamente com as demais emoções? Que patologia seria resultante da fixação do amor, medo e ódio no período pré-objetal? Sem considerar outros fatores, a resposta não seria única. a) Pode vir a constituir a matriz da doença do
pânico. e) Não sei se um indivíduo nesta situação
poderia continuar vivo. Ele não tem Novamente nos deparamos com os aspectos orgânicos versus aspectos psicogenéticos nas neuroses e psicoses. Acreditamos que o problema das psicoses está ligado à bioquímica em seus aspectos mais sutis, mas nesta área o homem apenas começou a engatinhar, apesar de manifestações pretensiosas sobre o tema emitidas por pessoas que acreditam dominar a matéria. O problema das psicoses pode estar ligado à bioquímica, mas deve estar ligado também à ocorrência do Eu estar mal estruturado, ou sem estrutura, como se poderia esperar de um Eu no período pré-natal. Cabe-nos ainda discutir o fato de estarmos considerando as depressões melancólicas e as manias como doenças de origem psicogenética, sem levar em conta que elas podem ser consideradas também como doenças de base orgânica, hereditária.
Nós vemos o tema assim: Determinados quadros necessitam que explicitemos a alteração ou a situação da relação objetal, enquanto que outros não, pois, nestes últimos, a própria estrutura da matriz já aponta como é a relação de objeto ou como esta será. Ainda dentro do tema relações objetais, falamos que a presença da emoção de medo com intensidade significativa é um fator de perturbação da relação objetal madura ou completa, gerando sempre uma fixação no objeto parcial. Sendo assim, patologias tais como a fobia e esquizoidia apresentam, invariavelmente, fixação no objeto parcial. Na onda do organicismo, determinados psicanalistas argumentam que quando as manifestações neuróticas fogem aos aspectos sócio culturais é porque elas são de natureza orgânica (Portela, l997). Os fatores que apontamos aqui como responsáveis pela formação das matrizes arcaicas, são fatores que podem acontecer a um bebê, seja ele residente no México, Japão ou Brasil. É claro que se pode argumentar que a mãe é a representante do meio sócio-cultural. Concordamos, mas argumentaremos que, em sua maioria, certos comportamentos ou determinados fenômenos fogem ou não estão ao alcance dos fatores sociais, porque aconteceram em um período muito arcaico e eles independem, até certo ponto, dos aspectos considerados propriamente sociais ou sócio-culturais. Comentários Finais Nossa intenção inicial era percorrer com o pânico primário, narcisismo primário e o masoquismo primário pelas diversas fases do desenvolvimento individual ou, como queira o leitor, pelas fases do desenvolvimento da libido, de modo conjunto e não isoladamente como é o usual. Cada emoção apresenta manifestações diferentes em cada fase do desenvolvimento da sexualidade. Assim é que o masoquismo primário e a angústia também passam por todas as fases do desenvolvimento da libido (Freud, 1924). Vamos lembrar ao leitor que estamos tentando incluir o ódio (masoquismo primário) e o medo (pânico primário) em pé de igualdade, até certo ponto, com o amor ou libido (narcisismo primário). No artigo II apontamos a dificuldade para tal tarefa (Guimarães, 2004b). Acontece que, felizmente, através da matriz arcaica fica muito mais fácil percorrer o caminho pelas referidas fases. A criança, ali pêlos 8, 9, 10 meses, vai percorrer com a matriz arcaica as diversas etapas do desenvolvimento e esta matriz será modificada para melhor ou para pior em termos de futura saúde mental. Nos 2, 3, 4 anos seguintes, a criança ainda é muito sensível aos acontecimentos que lhe cercam e adquire importantes acréscimos, que diferem dos primeiros meses de nascimento, para interagir com o ambiente, por exemplo, a linguagem e a capacidade de locomoção. O indivíduo com sua matriz arcaica já inscrita vai viver, de acordo com a estrutura de sua matriz, parte da fase oral, a fase anal e a fase fálica. Viverá ou reviverá o problema edipal e fará a consolidação do superego. Em síntese, ele vai viver de acordo com a estrutura de sua matriz qualquer acontecimento de sua vida. Conclusões
2. A Matriz Arcaica permite o estudo íntimo da formação dos sintomas de cada patologia. 3. São vistos com mais clareza como se formaram, a partir da Matriz Arcaica, os diversos quadros psicopatológicos. 4. A Matriz Arcaica permite perceber, de modo evidente, a logicidade na geração das diversas patologias. 5. A interpretação na situação terapêutica, com base na Matriz Arcaica, pode ter implicações vantajosas no que se refere à melhora do paciente. 6. A constatação de uma origem específica para cada quadro nosológico foi conseguida graças à Matriz Arcaica. Referências Bibliográficas
2 BARANGER, W. Posición y Objeto en la Obra de Melanie Klein. Buenos Aires: Ediciones Kargieman, 1971.406 p. 3 FENICHEL, O. Teoria Psicoanalítica de las Neurosis, 3. ed. Buenos Aires: Paidós, l966. 814 p. 4 FREUD, S. La Metamorfosis de la Puberdad (1905). In: Freud, S. Obras Completas. Madrid: Editorial Biblioteca Nueva, 1948. Vol.I, p. 815-32. 5 FREUD, S. La Disposicion a la Neurosis Obsesiva (1913). In: Freud, S. Obras Completas. Madrid: Editorial Biblioteca Nueva, l948. Vol. I, p. 1001-05. 6 FREUD, S. Introducion al Narcisismo (1914). In: Freud, S. Obras Completas. Madrid: Editorial Biblioteca Nueva, 1948. Vol I, p. 1097-170. 7 FREUD, S. La Aflicción y la Melancolia (1916). In: Freud, S. Obras Completas. Madrid: Editorial Biblioteca Nueva, 1948. Vol. I, p. 1087-95. 8 FREUD, S. El Problema Econômico Del Masoquismo (1924). In: Freud. S. Obras Completas. Madrid: Editorial Biblioteca Nueva, l948, Vol I, p.1036-41. 9 GUIMARÃES, M. C. Doença do Pânico e sua Vertente Psicogenética. Jornal Mineiro de Psiquiatria. Belo Horizonte, 2004a, Ano VI, n.l8. Disponível em <www. jmpsiquiatria.com.br> Acesso em: l3 maio 2005. 10 GUIMARÃES, M. C. O Narcisismo Primário,
O Masoquismo Primário e o Pânico Primário no Contexto
Psicopatológico. Jornal Mineiro de Psiquiatria. Belo Horizonte,
2004b, Ano VI, n.19. Disponível em www.jmpsiquiatria.com.br. Acesso
em l3 maio 2005. 12 KLEIN, M. El Psicoanálisis de Niños. Buenos Aires: Ediciones Hormê, 1964, 311 p.
14 SPITZ, R. A. El Primer Año de Vida Del Niño: Gênesis de las Primeras Relaciones Objetales. Madrid: Aguilar, l970. 132 p.
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